quinta-feira, 26 de julho de 2012

Voltando


Após quase dois meses sem postagens a biblioteca
mostrará os dois eventos realizados nesse período.

JULHO

 
 A Biblioteca esteve na 1º Edição do  
Nativa na Comunidade, que beneficiou as comunidades do Mutirão, Vila Macena e Vila de São Vicente.


A equipe da biblioteca
 
Não faltou diversão para criançada 


O professor e escritor Francinilto Almeida expôs parte de seu acervo de cordéis que abordam temas infantis, costumes, lendas, meio ambiente, entre outros assuntos



 Cartório prestou serviços de informação às comunidades beneficiadas


 A Professora e Doutora da Alegria Enoeuza divertiu todos com suas apresentações de bonecos, abordando assuntos como alcoolismo e violência no trânsito.













A turma da Biblioteca, também, não deixou barato, apresentou a peça Dona Bibi. 

Nesta, Alfa e Beto chamam Comadre Pombinha, Comadre Capitulina, D. Net e D. Bibi para conversarem sobre a relação entre a Internet e a Biblioteca, mostrando assim, setores, serviços e acervo da Biblioteca Pública Municipal Dimas Guedes Patriota.



Equipe da Biblioteca Pública

Athanássia (Agente Ambiental), Priscila, Fátima, Gilsa (Auxiliares de Biblioteca) e Mônica (Bibliotecária).

Ocorrido no dia 08, o evento contou, ainda, com a colaboração de Cabeleireiras, Trenzinho da Alegria, Pula-pula, Conselho Tutelar, Secretarias da Cultura, Ação Social e Saúde (atendimento no PSF e na Unidade Móvel), Artistas locais, Quadrilha Junina Espinho e Fulô e Comerciantes (brindes).



JUNHO

No dia 03, colaborando com a Semana do Meio Ambiente, a Biblioteca levou seus consulentes ao Parque Ecológico e Área de Proteção Ambiental Olho D"Água dos Currais. 



Saída do Grupo de Ciclistas e ônibus com o pessoal da biblioteca, da Praça Matriz rumo ao Parque Ecológico 



Área de Proteção Ambiental do Sítio Olho D’água dos Currais tem 
  como objetivo a recuperação de áreas degradadas e a preservação de dois olhos d’água, denominados Olho D’água Corrente e Olho D’água dos Currais.

 


quinta-feira, 31 de maio de 2012

CINOTECA




Rio é uma aventura cômica, com o cenário de uma das cidades mais lindas do mundo. Blu, uma ararinha que foi domesticada e que nunca aprendeu a voar, vivendo pacatamente com a sua dona e melhor amiga Linda, em Moose Lake, em Minnesota (EUA). Elas acreditam que a arara é a última de sua espécie, mas descobrem que existe outra igual no Rio de Janeiro, e partem em busca da longínqua terra para encontrar Jade, a única fêmea da espécie. Pouco depois de sua chegada, Blu e Jade são sequestrados por um grupo de contrabandistas de aves. Com a ajuda de Jade e um grupo de pássaros, Blu consegue escapar. Com novos amigos, precisa ter coragem para aprender a voar.



sexta-feira, 13 de abril de 2012

13 DE ABRIL - DIA INTERNACIONAL DO BEIJO

"O Beijo" em mármore na Ny Carlsberg Glyptotek(Copenhaga).
 


Em Buenos Aires no Museo Nacional de Bellas Artes.
          
        O beijo originalmente representava Paolo e Francesca, dois personagens emprestados, mais uma vez, de Divina Comédia de Dante: morto pelo marido de Francesca que surpreendeu-los como eles trocaram o primeiro beijo, os dois amantes foram condenados a vaguear eternamente no inferno. Este grupo, criado nos primeiros estágios da elaboração de The Gates, foi dada uma posição proeminente na porta inferior esquerda, em frente Ugolino, até 1886, quando Rodin decidiu que essa representação da felicidade e sensualidade era incongruente com o tema de seu vasto projeto.
             Ele, portanto, transformou o grupo em um trabalho independente e exibido em 1887. O fluido, modelagem lisa, a composição muito dinâmica eo tema encantador fez este grupo um sucesso instantâneo. Uma vez que nenhum detalhe anedótico identificou os amantes, o público chamou-lhe o beijo, um título de resumo que expressa seu caráter universal muito bem. O Estado francês encomendou uma versão ampliada em mármore, que Rodin levou quase dez anos para entregar. Não até 1898 ele fez um acordo para explorar o que chamou de "enorme bagatela", como um complemento para sua audaciosa Balzac, como se o beijo seria mais fácil para o público a aceitar o seu retrato do escritor.  
        
Auguste Rodin
          O Beijo é uma escultura em mármore do artista  realista  Auguste Rodin que está atualmente no Museu Rodin (Musée Rodin), em Paris. Na obra do escultor francês, o artista inspirou-se nos delírios amorosos vividos com Camille Claudel, sua assistente. Como muitos dos mais conhecidos trabalhos de Rodin, incluindo "O Pensador", o casal que se abraça retratado na escultura apareceu originalmente como parte de um grupo no trabalho de Rodin os "Os Portões do Inferno", encomendado por um planeado museu de arte em Paris. O casal foi posteriormente removido e substituído por outro casal de namorados localizado na coluna direita dos "Portões".

História

          "O Beijo" originalmente tinha o nome "Fra da Rimini", pois descreve a nobre do século XIII italiano imortalizado no Inferno de Dante (Círculo 2, Canto 5) que se apaixona por Paolo, irmão mais novo do seu marido Giovanni Malatesta. Tendo-se apaixonado ao ler a história de Lancelot e Guinevere, o casal é descoberto e morto pelo marido de Francesca. Na escultura, o livro pode ser visto nas mãos de Paolo. Os lábios dos amantes não se tocam realmente na escultura, sugerindo-se que eles foram interrompidos aquando da sua morte, sem seus lábios nunca terem sido tocados.
           Quando os críticos viram pela primeira vez a escultura em 1887, sugeriram um titulo menos específico: Le Baiser (O Beijo). Rodin indicou que a sua abordagem às mulheres na escultura foi uma homenagem a elas e aos seus corpos, não apenas a submete-las aos homens, mas como parceiros de pleno ardor. O erotismo consequente na escultura tornou-a controversa. Uma versão de bronze da escultura (74cm de altura) foi enviada para uma exposição em 1893 em Chicago. A escultura foi considerada inadequada para a exibição em geral e relegada para uma câmara interna.
          O método de Rodin para fazer grandes esculturas foi empregando escultores assistentes para copiar um modelo menor, de um material que era mais fácil de trabalhar do que o mármore. Uma vez quando eles tinham acabado, Rodin ia dar os últimos retoques na versão maior.
Antes de criar a versão em mármore de "O Beijo", Rodin produziu várias esculturas menores em barro, gesso e bronze.
Em bronze platinado (Cidade do México).

"O Beijo" no Jardins das Tulherias, (Paris).

Outras Versões

       As três versões maiores de mármore foram exibidas juntas no Musée d'Orsay, em 1995. Uma cópia, um quarto menor, com cerca de 90cm de altura - em comparação com 181,5cm para a cópia em Paris - foi feita após a morte de Rodin pelo escultor Henri-Léon Gréber para o Museu Rodin de Filadélfia.
Um grande número de bronze moldes foram feitos. O Musée Rodin relata que a "Fundação Barbedienne" sozinha produziu 319. De acordo com a lei francesa, decretada em 1978, apenas as primeiras doze podem ser chamadas de originais.





CINOTECA mais uma sessão de filme infantil.

Biblioteca Pública Municipal Dimas Guedes Patriota
14.03.12 às 10:00hs.
 
GÊNERO: Animação, Comédia 
DURAÇÃO: 01:27min.
  


Apresenta o filme:



Os irmãos Alvin, Simon e Theodore partem em uma viagem de cruzeiro juntamente com Dave (Jason Lee) e as esquiletes, formadas por Eleanor, Jeanette e Brittany. Durante a viagem Alvin quer se divertir, enquanto que Dave tenta ter algum controle sobre os esquilos. Numa de suas brincadeiras Alvin acaba em uma asa delta, que o leva, juntamente com os irmãos e as esquiletes, para uma ilha. Dave parte atrás deles usando outra asa delta e acaba carregando consigo Ian (David Cross), o ex-empresário dos esquilos que agora trabalha vestindo a roupa de um pelicano, para entreter os passageiros do cruzeiro.











sábado, 10 de março de 2012



APRESENTA, HOJE, ÀS 10:00HS, NA BIBLIOTECA PÚBLICA, O FILME:







Apaixonadix (Stéphane Rosseau) sonha em se casar com a princesa Irina (Vanessa Hessler). Para tanto ele precisa vencer os Jogos Olímpicos, organizados por Júlio César (Alain Delon) na Grécia. Porém, além de seu porte físico, ele precisa enfrentar como oponente Brutus (Benoít Poelvoorde), que sonha substituir César e deseja vencer os jogos de qualquer maneira. Para conseguir enfrentar este desafio, Apaixonadix conta com a ajuda de Asterix (Clovis Cornillac) e Obelix (Gérard Depardieu), que vão com ele para a Grécia e o ajudam na competição.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

DIA DO LIVRO DIDÁTICO


LIVROS DIGITAIS: Narrativa multimídia

Dispositivos lançados para tablets e PCs permitem que leitor intera ja com a história; educadores, no entanto, recomen dam que papel não fique de lado 

Alessandro Shinoda/Folhapress
TALITA BEDINELLI
DE SÃO PAULO 

Pedro Henrique Soares, 8, e Lui Furlan, 7, leem na tela do computador um livrinho que explica o significado da palavra “porta”. Ficam encantados, não apenas pela história, mas pelos recursos que a acompanham: músicas, narração, vídeo e um “quiz” sobre o que leram.

Leitores vorazes dos livros de papel, segundo eles mesmos contam, os dois começam agora a se aventurar pelo mundo da leitura digital.
O colégio onde estudam, o Notre Dame, na zona oeste de São Paulo, adotou na semana passada uma biblioteca virtual de literatura infantil, criada pela editora Callis.
Ela será usada ao menos uma vez por semana com as crianças dos ensinos infantil e início do fundamental.

A biblioteca é a primeira do tipo no Brasil, segundo a Callis. Mas outras editoras, de olho no crescimento do uso de tablets tipo iPad, também investem em livros digitais para o público infantil, que vão além da simples digitalização do livro impresso.
O objetivo das editoras é criar livros mais interativos: além de poder virar a página e colori-las com o mouse, os leitores podem ouvir músicas e a narração das historinhas. Em versões para iPads, as crianças podem tocar na tela do dispositivo e mover os personagens, por exemplo.

Na última Bienal do Livro, em agosto, a Globo Livros lançou “A Menina do Narizinho Arrebitado”, de Monteiro Lobato, em uma versão de aplicativo para iPad. Com ilustrações atraentes, o livro permite que, com um toque, a criança mude letrinhas de lugar, faça a personagem espirrar ou toque um gongo para que apareça na tela um exército de grilos. A Abril Educação também lançou em aplicativos similares dois livros de Walcyr Carrasco no final do ano passado. Em “Meus Dois Pais”, a criança pode “montar” um retrato da própria família e, em “A Ararinha do Bico Torto”, é possível pintar a ave.

As opções tendem a aumentar neste ano. A Zahar afirma que está estudando projetos de livros digitais mais interativos, assim como a editora Melhoramentos, que está desenvolvendo 12 livros em formato aplicativo, afirma Breno Lerner, superintendente da editora.
Ele acredita que os livros digitais interativos podem despertar o interesse da criança pela literatura.

LIVRO COMPLEMENTAR

Educadores ouvidos pela Folha dizem, entretanto, que o uso desses dispositivos requer cuidado: como funcionam como uma proposta diferente da do livro de papel, não devem substituí-lo. Os dois devem conviver.

A escola deve manter e estimular a ida das crianças à biblioteca tradicional. E os pais não podem trocar a leitura de historinhas em livro de papel pelas do iPad.
“É a emergência de outro tipo de mídia, que dá a possibilidade de usar outro suporte, como som, música. Mas o importante é saber lidar com a diversidade”, afirma Maria José Nóbrega, assessora pedagógica de literatura da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e de colégios particulares.

Segundo ela, o livro digital, com recursos que simulam barulhos ou ações do personagem, acabam não permitindo que a criança imagine o que está lendo e exerça a criatividade, por isso é importante manter a leitura do livro de papel.
Ilan Brenman, doutor em educação pela USP e escritor de livros infantis, acredita que o livro digital interativo se aproxima mais da linguagem da televisão, do cinema e dos jogos eletrônicos.

“Quando você dá um iPad para a criança, ela brinca com aquilo. Leitura não é exatamente o que ela está querendo”, afirma.

Fonte: http://www.livroacessivel.org/blog/2011/02/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012



 

Dias 18 à 22/02,a 
Biblioteca Pública Dimas Guedes Patriota 
“levará seu bloco pra avenida”.




 À todos, um Carnaval com muita 
diversão e responsabilidade!
 

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

 DIA DO MÁGICO

 Tirar um coelho da cartola, fazer aparecer uma pomba, descobrir uma carta no baralho, tirar moedas de trás da orelha, serrar uma pessoa ao meio, fazer bolinhas aparecerem dentro da mão fechada. Tudo isso o mágico faz para entreter, divertir e iludir a platéia.

A arte de iludir já foi chamada de escapismo e cria ilusões que surpreendem, escapam à lógica e enganam os nossos sentidos, em geral a nossa visão. Por isso se diz que as mãos de um mágico devem ser mais rápidas que os olhos de quem está assistindo seu número.

No dia 31 de janeiro é comemorado o Dia do Mágico. 
A data é a da morte de São João Bosco.

Segundo a história, era um rapaz que gostava muito das artes circenses e praticava, equilibrismo, malabarismo e também a prestidigitação (mágica), aos 20 anos entrou para o seminário, pois desejava muito mostrar o caminho de Deus para os jovens, então começou a reuni-los aos domingos para fazer suas pregações, mas para poder reunir e chamar a atenção das crianças e dos jovens realizava seus números de mágica, e modalidades circenses, seu talento artístico era utilizado para o serviço de Deus, em 1º de abril de 1934 foi proclamado santo pelo Papa Pio XI.

Dom Bosco, como é conhecido foi aclamado pelo Papa João Paulo II como "Pai e Mestre da Juventude", os mágicos levam por todas as partes sua arte e algo não se pode esquecer: Todo dom vem de Deus e a mágica é uma arte, um dom divino, portanto, todo tipo de associação da mágica com ciências ocultas ou pactos e ligações com o mal não fazem sentido, muits pessoas não entendem a mágica e têm preconceito em relação à sua prática, mágica é arte, e Deus é o primeiro artista...

Se você pretende ser um mágico

•  Nunca explique como um truque é feito. O mistério é tudo. Se a platéia souber o segredo, perderá o interesse e o truque ficará sem graça.
•  Antes de executar o truque, não diga o que você irá fazer. O elemento surpresa é fundamental para causar impacto. A platéia não saberá, antes da hora, em que prestar atenção.
•  Evite repetir um truque para um mesmo espectador. Ele terá mais chances de perceber o que você está fazendo.
•  Sempre pratique cada truque antes de apresentá-lo. De preferência, treine em frente a um espelho. Quando você se sentir seguro, estará pronto para enfrentar o público.

Truques que ficaram na história

O mais famoso profissional da arte de iludir de todos os tempos foi Harry Houdini. Tanto, que seu nome ainda é sinônimo de mágico. Começou a fazer truques com cartas de baralho e se apresentava em parques de diversão, nos Estados Unidos, no fim do século 19.

No início do século 20, ele viajou pelo mundo apresentando números nos quais se libertava, diante do público, de algemas, cordas, correntes e cadeados, fechado dentro de caixas ou tanques. Conseguia ficar vários minutos sem respirar dentro d'água e chegou a representar seus truques para o cinema.




David Copperfield, mais recentemente, popularizou a mágica ao se exibir em programas de auditório e de televisão. E quem não se lembra do polêmico Mister M, que revelava o segredo de seus truques, quebrando a regra de ouro dos mágicos?








Já o pai da mágica no Brasil é João Peixoto dos Santos, um mineiro da cidade de Formiga. Ele aprendeu a técnica com mágicos árabes que viajavam pelo país e aos dezenove anos foi estudar para se aperfeiçoar em Paris. Escreveu livros sobre essa arte, que foram traduzidos em diversas línguas.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Festival de Thor - 1ª sexta-feira após 19 de Janeiro

Em tempos pré-cristãos, foi celebrado como um festival pagão honrando o deus Thor, o senhor dos raios e trovões. Thor é o mais forte dos deuses e dos homens também. Adorava disputas de poder e era o principal campeão nas batalhas com os gigantes de gelo.

Atualmente essa festa, chamada de Thorrablottar, ainda é preservada pelos mais velhos, que pedem proteção contra as tempestades. 



Este deus era amplamente cultuado pelos vikings e tido como "Senhor do Trovão", "Senhor do Céu e das Chuvas Benéficas", venerado como "Príncipe dos Deuses", pois, presidia e governava o céu, o trovão, o ar, o vento, as chuvas, as tempestades, o tempo bom, as colheitas, as frutas da Terra; também combatia a doença e a fome. Tinha por função proteger homens e deuses da influência negativa dos gigantes.

Thor é filho de Odin com Herda e, devido a isso, seu nome era muitas vezes associado à fecundidade e às questões agrícolas. Um homem enorme e belíssimo guerreiro de longos cabelos e barba ruiva, detentor de apetite voraz, sede incontrolável, voz estrondosa e penetrantes olhos que chispavam como fagulhas.

Usava um cinturão de ferro e o seu famoso martelo, que era sua principal arma, o martelo Miolnir ou Mjolnir, signo que faziam os crentes para pedir proteção divina, era um artefato mágico, servia para dar validade e sagrar um casamento e os demais atos judiciais.

Também para marcar com estacas as propriedades; usava-se a ferramenta sacramental para bendizer o lar; para rematar a pira funerária e sua inscrição em lápides funerárias assegurava o não retorno dos mortos.

Quando da Terra se ouvia o bramido da tempestade, os humanos sabiam que, por cima de suas cabeças, no céu, estava passando o carro de Thor, puxado pelas suas duas cabras, e estava indo lutar contra os gigantes gelados, o maior perigo para os nórdicos, sempre ameaçados pelo frio.

Thor era muitas vezes invocado em cerimônias de casamento com a intenção de suprimir qualquer dificuldade que pudesse vir a interferir na harmonia familiar, além de atribuir fecundidade às esposas, ele representa a força utilizada para fins positivos.

Na Irlanda, um dos antigos nomes dados aos vikings era "O Povo de Thor", devido à sua coragem e força nos campos de batalha. 





Thor é, também, um personagem de HQ presente no Universo Marvel, publicado pela editora norte-americana Marvel Comics. Baseado no deus Thor, originário da Mitologia Nórdica, ele foi criado por Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby, com colaboração de Joe Sinnot. Sua primeira aparição foi na revista Journey into Mystery #83, publicada nos EUA em 1962.


Quando O Poderoso Thor surgiu nos quadrinhos Marvel, os artistas se inspiraram nas lendas nórdicas, com seus deuses e ameaças tão fantásticas. Mas ele só foi retratado como o verdadeiro deus nórdico e não um humano com poderes, quando Lee assumiu os roteiros da personagem, que no início ficaram a cargo de seu irmão, Larry Lieber. Assim foi criado um dos mais poderosos membros dos Vingadores.
Em várias histórias Thor enfrenta divindades de outras mitologias. O confronto mais memorável foi quando combateu Hércules, numa série de histórias de Lee/Kirby e que introduziram os deuses gregos no Universo Marvel. Também já enfrentou o deus egípcio Seth.